terça-feira, 26 de julho de 2011

Uma tremenda singuaridade

          Revendo e recordando com muito carinho matérias minhas, escritas para revistas vilhenses, encontrei uma que por mais incrível que pareça, gostei! Gostei e compartilho apenas um trecho introdutório. Na versão original, que por motivos "técnicos" acabou não sendo publicada, os parágrafos seguintes explanam sobre a ideia, construção e benefícios da cooperativa vilhenense, com citações de seu presidente e vice.

O que seria a linha de apoio:
"A Coopervil lança o projeto de construir uma fábrica de ração animal com capacidade de produção de 750 toneladas mensais. A fábrica diminuirá o preço que os produtores cooperados pagam pela ração animal.

            Há décadas, o cantor e compositor Raul Seixas, em sua música Prelúdio já dizia: “Sonha que se sonha só é só um sonho, mas sonho que se sonha junto é realidade...”. Partindo ou não das bases do cooperativismo, Raul deixou à gerações a ideia de que se é muito mais fácil conquistar algo com ajuda de alguém, ou em um grupo.
             O cooperativismo é a união de pessoas que se voltam para um mesmo objetivo, visando não a lucratividade, mas sim o fortalecimento e o crescimento do grupo. O cooperativismo teve sua origem na Inglaterra, no contexto histórico da Revolução Industrial, no século XVIII, onde grupos de tecelões perceberam que seria mais vantajoso se unirem para comprar, em conjunto, itens de primeira necessidade, como alimentos e roupas, por exemplo.
            As cooperativas são organizações autônomas, de ajuda mútua e democrática, controladas pelos próprios membros, que participam ativamente na formulação de suas políticas e na tomada de decisões..."

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Inspirações


            O que pode ser mais valioso que uma amizade? Ter alguém para ouvir e aconselhar; ensinar e animar. Agradeço a Deus pelas minhas, que particularmente, são as melhores.
          Em uma fase confusa de minha vida, encontrei em duas amigas especiais apoio, divertimento e INSPIRAÇÃO!
            Deliberava certa vez com uma delas sobre “o que é certo”. E parando para pensar, o que é? Quem determina isso? O que pode ser considerado correto ou errado quando falamos sobre relacionamentos. Com todas as complicações, particularidades, privacidades, sentimentos... O que deve ser medido, premeditado ou planejado? Querer e correr atrás ou “deixar a vida levar”? São incógnitas que as mulheres, com a sensibilidade e doçura própria sofrem para descobrir como lidar e, obviamente evitar sofrimento.
                Mas estamos na luta. Bravamente e eternamente. Sem vergonha de nos assumirmos românticas e sonhadoras.
                O que pode nos motivar? Hoje penso que somos quem podemos e QUEREMOS ser (Inspirada por Engenheiros do Hawaii). Podemos ser escolhidas, mas também optar, evitar e querer. Podemos.
            Absorve-se muito com experiências, a minha maior e recente: O amor existe sim. É raro, mas depende muito de nós. E como concordo com minha outra amiga, eu acredito nele. Podemos sofrer dezenas de decepções, mas nunca desistir! Jamais... Então, inspire-se também, porque a vida é muito mais bela do que imaginamos.

domingo, 22 de maio de 2011

Controle remoto já!


            Esta jornalista recém formada que vos incomoda constatou a necessidade de se inventar um controle remoto para as estranhas oscilações de humor pelas quais passa.

             Não se trata de mera TPM (Tensão pré-menstrual) feminina não, já observei este aspecto: não é linear nem cronológico; não segue nenhuma sequência; é imprevisível. É algo muito extremo e complexo, nem eu entendo. Geralmente acordo altamente inspirada, sorrindo, a fim de abraçar o mundo, sentindo-me a mais bela mulher do universo, que rouba diariamente o brilho de Angelina Jolie e suas colegas bonitinhas. Minha autoestima é imbatível. Geralmente nem meus problemas ou conflitos amorosos abalam-no! "Eu tenho uma força que deixa pegadas na lua" (Skank/Cirilo).
           Em dias comuns e raros, esta inspiração matinal dá espaço a uma melancolia desconhecida e profunda, capaz de me deixar em dúvida sobre a opção de Brad Pitt, por mim ou Angelina, caso eu lhe desse "bola". Sem motivos, torno-me introspectiva e estranha.
            Para  sorte, é de que estas oscilações são passageiras, depois de algumas lágrimas e lembranças, volto a sorrir sem motivos e, constatar que a vida é tão, mas tão inspiradora.

Busquemos então o inatingível "Nirvana": a felicidade máxima e extrema. Eu quero.

domingo, 3 de abril de 2011

Uma carta a mim mesma

Vilhena, 03 de abril de 2011.

À jornalista formada e ainda desempregada!
Reflexões momentâneas e incertas.

            Termina-se uma faculdade: um sonho, um alívio, uma luta findada! Fotos e parabenizações. Percebemos que vencemos com glória e alegria um obstáculo, para imediatamente entrar em outro ainda mais desesperador e inevitável: a busca pelo emprego. E um bom, bastante rentável, logicamente.
            Torna-se automático: acaba-se a fase das festas e curtições despreocupadas, do adiamento do futuro incerto; da incógnita de como adquirir nosso carro, de como sustentar nossos futuros filhos e dar boa educação a eles, para só pensarmos unicamente em: preciso de dinheiro!
            Percebemos que todos os ideais caem por água a baixo. Sim, somos extremamente capitalistas. Che e Marx não pagarão nossos carros nem as tinturas de cabelos, muito menos as viagens de final de ano. Me recordo da frase de uma bela e sábia música dos "Engenheiros do Havaii: "Ah...vida real!..."
            Conflitos me dominam. Para onde correr? Estudar? Distribuir currículos? Ou deixar a vida se auto direcionar?
           Um pouco de positivismo nisso tudo: é só mais uma fase, e como todas as outras, passará.
Assim esperamos.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Feminista, eu? Não é bem assim...

               Há uma grande diferença entre ser adepta do feminismo e ser contra pensamentos e atitudes machistas.
            Recentemente um amigo me presenteou com a infame piada: “O melhor movimento feminista continua sendo o dos quadris". Automaticamente olhei-o com um enorme ar de repreensão e, com a seguinte ideia subentendida: eu não precisava ouvir isto!
          Ele riu e revelou que havia me contado já prevendo minha recepção, pois me considera uma feminista. Mas não! Não sou feminista e nem luto pela total igualdade de direitos. Acredito que o homem deva continuar abrindo a porta do carro para a sua dama. De que ele deva, sempre, jamais esquecer de puxar a cadeira para a mulher se sentar, mandar flores, enfim, tudo isto que a classe masculina comodamente vem deixando de fazer.
           São os homens que estão fortalecendo o movimento feminista.
           São eles quem estão deixando de cumprir o seu papel de cavalheiro, lorde. As mulheres, sutilmente, estão se mostrando independentes e capazes, se igualando ao que a sociedade um dia julgou como "coisas de homens". Mediante isto: sim, estamos dando o golpe! Cuidem-se...

Inicialmente,

Devaneios, mesmo que quase sempre tolos, ideias, reflexões ou mesmo frases desconexas. A minha maneira SINGULAR de ver, observar e principalmente sentir o mundo, as pessoas, ou coisas.